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Vice-líder da CMCG esclarece ação e elogia a postura de Romero

bruno_clO vereador Bruno Cunha Lima (PSDB), vice-líder do Governo na Câmara de Campina Grande, emitiu nota oficial, na manhã desta quarta-feira, 27, desconstruindo uma interpretação distorcida sobre sua atuação parlamentar, no que diz respeito a aparentes conflitos de interesses com o prefeito Romero Rodrigues (PSDB).

Segundo a nota de esclarecimento, não corresponde à verdade o enfoque de matéria publicada em determinado portal e repercurtida em outros veículos de comunicação do Estado, dando conta de que o vereador teria apresentado requerimento propondo derrubar ação do poder executivo no tocante à criação de corredor exclusivo de ônibus na cidade.

Bruno esclareceu que a decisão do prefeito, através da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) em relação a intervenções no trânsito não depende de autorização legislativa; que se dispôs a acompanhar dois colegas à STTP, ligados ao segmento evangélico, para fazer ponderações sobre possíveis alterações específicas no projeto e que, em nenhum momento, criticou suposta falta de diálogo com entidades representativas da sociedade civil.

Para Bruno Cunha Lima, dentro do natural exercício do mandato legislativo – amplamente compreendido pelo prefeito Romero (ex-vereador, ex-deputado estadual e ex-deputado federal) e levando-se em conta o amadurecimento político-institucional no atual governo – ele apenas assume a postura parceira, leal e correta na Câmara de Vereadores, ao tentar aprimorar ideias, iniciativas e ações do poder público municipal.

Veja a nota de esclarecimento do vereador, na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Tendo em vista a publicação, no portal PB Agora, e a repercussão em outros portais, de notícia intitulada “Romero pede, mas Bruno Cunha Lima apresenta requerimento derrubando pleito do prefeito”, convém esclarecer, com urgência, os pontos que se seguem:

1. A implantação do corredor exclusivo de ônibus não depende de autorização da Câmara Municipal, não havendo, portanto, nenhum “pedido” do prefeito nesse sentido;

2. Não tenho a pretensão de buscar apoio da oposição contra a ação da PMCG. A companhia de alguns dos meus pares (caso de Olímpio Oliveira e Hércules Lafite) para uma reunião com o superintendente da STTP, Vicente de Paula Teixeira Rocha, se deu pelo fato de ambos serem evangélicos e constar da pauta o pedido de algumas denominações evangélicas para discussão do assunto;

3. As visitas que faço à STTP, todas com muita abertura e receptividade por parte dos funcionários daquele órgão, dão-se pela atenção que aquela superintendência tem tido às causas da população trazidas pelos apelos deste vereador e de seus pares, inclusive, respondendo a todos os ofícios enviados, dos mais simples aos mais complexos;

4. Em nenhum momento apresentei requerimento contrário à faixa exclusiva de ônibus, mas apenas buscando solução para o trecho em frente à Igreja Presbiteriana Central. Questão facilmente sanável;

5. Requerimento, nos termos do Artigo 166 do Regimento Interno da Câmara Municipal de Campina Grande, amparado no Artigo 51, Parágrafo único, da Lei Orgânica do Município, “é todo pedido verbal ou escrito formulado sobre qualquer assunto, que implique decisão ou resposta”, não tendo, assim, o condão de “derrubar pleito do prefeito”, como versa a matéria supracitada;

6. Em nenhum momento citei a CDL ou a ausência/necessidade de debate com quem quer que seja. O Poder Executivo Municipal, dentro da oportunidade e da conveniência do ato administrativo, é livre para exercer seu poder normativo, sobretudo, ao meu ver, em questões referentes ao trânsito;

7. Finalmente, é preciso deixar claro que a relação do prefeito Romero Rodrigues com sua bancada é de profundo respeito e cooperação. Somos aliados e defensores da gestão municipal na Casa, e, por isso mesmo, ao propormos a rediscussão de um tema, não estamos entrando em choque com o governo, mas, na realidade, apoiando o prefeito e, efetivamente, o auxiliando.

Somos representantes do povo e Romero, que tem larga experiência legislativa, compreende todas as facetas do nosso cargo, não havendo da parte do prefeito e de seus auxiliares nenhum tipo de dificuldade no tocante ao diálogo franco e aberto. Por isso mesmo, nenhuma especulação que distorça os fatos, superdimensionando aparentes – porém falsos – desencontros criaram ou criarão qualquer sensação de mal-estar entre este vereador – ou qualquer um outro da base – e o prefeito Romero Rodrigues por conta de discussões naturais à relação da bancada aliada com o governo.

Aliás, temos, nesse sentido, mais uma inequívoca prova de avanço em Campina Grande, afinal, ficou para trás o tempo (recente) em que ao parlamento municipal só cabia assentir e silenciar, submisso.

Lembramos, ainda, que somos vice-líder da bancada governista na Casa de Félix Araújo, e não líder, como erroneamente noticiado, tendo em vista que a liderança é exercida – e muito bem – pela ilustre e querida vereadora Ivonete Ludgério.

Certo de contar com a mesma disposição daqueles que fazem este portal em reproduzir algumas de nossas postagens, sobretudo com o mesmo destaque dado à matéria que deu causa a esta nota, agradeço de antemão.

Campina Grande, 27 de novembro de 2013 

BRUNO CUNHA LIMA

Vereador / PSDB

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