Romero Rodrigues diz que momento é para atender urgências administrativas

romero_solenidadeO prefeito Romero Rodrigues ressaltou nesta terça-feira, 23 de julho, que o atual momento está dedicado às questões administrativas e procedimentos de maior urgência, a exemplo do “caso Isea”, que merecem ações mais enérgicas. Mesmo anunciado uma possível reforma no secretariado municipal, Romero Rodrigues, que retornou da licença sem remuneração na segunda-feira passada, afirmou que as mudanças administrativas ocorrerão após diálogos que serão mantidos com o vice-prefeito Ronaldo Cunha Lima Filho e membros da bancada na Câmara Municipal.

“Todas as ações serão pontuadas e conversadas com o vice-prefeito e a bancada. As alterações serão pontuais, mas não têm prazo para acontecer, e vou compartilhar também com setor administrativo”, declarou Romero Rodrigues. Após retornar da licença o prefeito de Campina Grande já esteve reunido com representantes de algumas pastas, a exemplo da Saúde, Obras, Finanças, Administração e Serviços Urbanos. Romero também conversou com o vice-prefeito Ronaldo Cunha Lima Filho.

Romero disse que nesta quarta-feira, 24, as ações administrativas continuarão com a entrega de novos equipamentos que serão utilizados nas zonas urbana e rural de Campina Grande. Trata-se de uma nova frota dos veículos, máquinas e equipamentos que serão utilizados pelas secretarias de Agricultura, Meio Ambiente e Serviços Urbanos. A entrega acontecerá às 10h na plataforma superior do Parque do Povo.

Segundo Romero, os equipamentos serão utilizados nos serviços da operação tapa-buraco, limpeza de terrenos, galerias e canais, além da recuperação de estradas na zona rural e também recuperação e limpeza de açudes. As máquinas servirão ainda para o corte de terra para os agricultores da zona rural de Campina Grande. “A aquisição desses equipamentos representará uma grande conquista à cidade”, afirmou o prefeito. Praticamente 90% dos recursos para a compra desses equipamentos foram da própria administração municipal, enquanto 10% dos recursos tiveram origem do Governo Federal.

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