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Romero e presidente da Cagepa se reúnem e garantem parcerias

Romero_reuniao_pres_cagepaEstá descartada, para este momento, a possibilidade de racionamento de água para o município de Campina Grande. A confirmação foi dada ao prefeito Romero Rodrigues, que, no final da manhã desta terça-feira, 04, acompanhado dos secretários André Agra (Obras) Geraldo Nobre (Sesuma), Márcio Canillo (Seplan) e José Marques (Urbema), esteve reunido com o presidente da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), Deusdete Queiroga. No encontro, Queiroga afirmou ao prefeito que um levantamento, realizado pela Companhia, não recomenda o racionamento de água para este momento e que será necessário aguardar o período de inverno para uma avaliação mais precisa.

“O presidente da Cagepa disse que será preciso analisar como se comportará o inverno de 2014 e se, eventualmente, em julho este inverno for totalmente irregular e não promover a reposição das águas do Açude de Boqueirão, é que será refletida a necessidade de se fazer um racionamento”, explicou Romero. De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), nesta terça-feira, o volume do Açude Epitácio Pessoa estava calculado em cerca de 35% de sua capacidade total.

Entre os estudos realizados pela Cagepa, que asseguram para Campina Grande o abastecimento pelas águas do Açude Epitácio Pessoa (Boqueirão), está a batimetria, responsável pela medição da profundidade e estoque das águas do açude. Segundo Queiroga, os levantamentos comprovaram que não há necessidade de racionamento. Por isso, será esperado o mês de julho próximo (período de inverno) para que as discussões envolvendo um possível racionamento sejam retomadas.

Romero Rodrigues destacou outro importante ponto da reunião, que foi o reconhecimento, por parte da Cagepa, da necessidade em assegurar as obras de saneamento e esgotamento sanitário executadas nos conjuntos habitacionais construídos em Campina Grande. De acordo com as normas, um projeto habitacional só é considerado concluído e recebido pela Caixa Econômica Federal e Governo Federal quando a Cagepa o considera apto em relação às obras de saneamento e esgotamento sanitário. Esse reconhecimento assegurará a intervenção da Cagepa, caso exista a necessidade de reparos posteriores na obra.

“A Prefeitura poderá até executar as obras de saneamento e esgotamento sanitário. Mas, ao concluir esse serviço, precisará ter da Cagepa essa ação como recebida e apta. Caso esse recebimento não ocorra, a obra é considerada não concluída perante o Governo Federal e isso faz a Prefeitura ficar inadimplente. Este foi o principal objetivo desse encontro e acredito que chegamos a uma boa relação de entendimento na solução desse problema”, afirmou Romero.

TAPA-BURACOS – Foi sinalizada ainda uma parceria, entre a Prefeitura de Campina Grande e a Cagepa, na realização da operação tapa-buracos. A perspectiva é de que a Prefeitura possa executar os serviços, permitindo redução de custos e do tempo de realização da obra. “Essa redução ocorreria porque o serviço passaria a ser executado pela administração direta”, disse Romero. Outra vantagem é que a PMCG conheceria o cronograma de obras da Cagepa, evitando, dessa forma, que equipes da Companhia façam intervenções em ruas e avenidas onde a Prefeitura tenha realizado, recentemente, obras de asfalto ou pavimentação.

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