PMCG precisa pagar débitos da gestão anterior para reabrir restaurantes

reuniao_IPSEM1 O prefeito Romero Rodrigues declarou nesta quinta-feira, 01 de agosto, que reconhece o alcance social do Programa Fome Zero e se preocupa com o fechamento das cozinhas comunitárias e do restaurante popular, ocorridos desde novembro do ano passado. Entretanto, afirmou que a meta da atual administração é quitar os débitos deixados pela gestão anterior, viabilizando a reabertura dessas unidades. O anúncio ocorreu no auditório do Ipsem, em reunião com os vereadores do município.

Romero apresentou uma relação de débitos deixados pela gestão anterior, uma delas superando o montante de R$ 2 milhões e adquirida com um empresário que fornecia alimentos para os restaurantes e cozinhas comunitárias. Romero lembrou, ainda, que a gestão passada deixou um débito superior a R$ 700 mil de salários atrasados de servidores que trabalharam no Fome Zero, dívida já sanada pela atual gestão.

“A primeira condição para que se resolva o problema é quitar os débitos deixados pela gestão anterior. Primeiro pagamos os débitos do passado para criar as possibilidades de reabertura das unidades. É necessário também fazer a prestação de contas da gestão passada para voltarmos a receber recursos do Governo Federal”, ressaltou Romero Rodrigues, que explicou que a PMCG não tem capacidade para financiar, sozinha, um programa do Governo Federal.

O prefeito também descartou, para este momento, a reabertura do Restaurante Popular reuniao_IPSEMlocalizado no Shopping Centro Edson Diniz, em função das condições precárias em que se encontram as instalações. Ele lembrou que a unidade foi fechada por recomendação da Vigilância Sanitária, que considerou inviável o funcionamento do restaurante nas condições em que o prédio se encontrava. “Não havia sequer banheiro no local”, frisou.

No encontro com os vereadores foram apresentados documentos comprobatórios da não prestação de contas, por parte da gestão passada, referente aos exercícios 2011 e 2012. Por conta desse débito, a atual gestão está inadimplente com Governo Federal, que recomendou a devolução de mais de R$ 500 mil por conta da não prestação de contas.

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