PMCG, CDL e PM discutem monitoramento por câmeras no centro

O coordenador de Comunicação da Prefeitura de Campina Grande, José Araújo do Nascimento, e o gerente administrativo e financeiro da STTP, Fábio Tabosa, se reuniram na manhã desta quinta-feira (29) com o comandante do II Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Sousa Neto, e representantes da CDL para discutir estratégias que viabilizem o monitoramento através das câmeras instaladas no centro da cidade.

Esta semana, o presidente da CDL, Tito Motta, afirmou que a PM não acompanha em tempo real as imagens das 56 câmeras instaladas em 14 cruzamentos na região central da cidade, informação confirmada hoje pelo superintendente da STTP, Vicente Rocha, que afirmou ao coordenador de comunicação que desde janeiro a polícia não atua na Central Integrada de Monitoramento, que funciona numa das salas da sede da STTP.

O superintendente explicou que as pessoas que monitoram as câmeras têm funções direcionadas para o trânsito e não para as questões de segurança, o que compete à polícia. Durante reunião na sede da CDL, Sousa Neto afirmou que retirou o policiamento do local por causa do pequeno efetivo na cidade, mas se colocou à disposição para buscar solução para o caso, já que, segundo ele, não pode colocar um policial no plantão de monitoramento das câmeras.

Por outro lado, o coordenador José Araújo do Nascimento disse que todo equipamento da central de monitoramento pertence à Prefeitura Municipal e a central disponibiliza informações para as polícias Civil, Militar, Federal e a imprensa, inclusive já tendo ajudado a desvendar crimes.

“No objetivo de patrulhar ou monitorar o trânsito da cidade, podemos afirmar que a Central de Monitoramento funciona a contento para a função a que se destina, mas não podemos ser responsáveis pela segurança nas áreas centrais, porque isso foge à competência do órgão STTP”, disse Araújo.

Ao final da reunião, a prefeitura disponibilizou-se a fazer o compartilhamento de sinal, inclusive cedendo os dados de acesso, para a polícia. O comandante Sousa Neto mostrou-se simpático à ideia e prometeu levar a solução para o comando geral, para que seja possível comprar os equipamentos necessários ao compartilhamento e, deste modo, a PM ter acesso ao que se passa no centro da cidade por intermédio da central.

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